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MATEMÁTICA: ESTRATÉGIAS DE CÁLCULO NA SUBTRAÇÃO

Neste vídeo da série NOVA ESCOLA NA SUA ESCOLA, ela orienta os alunos a resolver problemas de subtração.

Fazer e compreender. Essas duas ações são essenciais quando o assunto é trabalhar com cálculos. No entanto, embora alcancem o resultado correto, muitos alunos não entendem o que está por trás dos procedimentos realizados. A professora Mara Rúbia Lopes observou o problema em sua turma da 4ª série. Para resolvê-lo, precisava ajudar a criançada a dominar estratégias diversas que fossem além da conta armada – que oculta vários passos da resolução – e saber o porquê de cada etapa do procedimento.Por isso, antes do trabalho com a conta armada propriamente dito, é desejável explorar diferentes procedimentos de cálculo mental apoiados em decomposições e análise de resultados certos e equivocados. Isso dá ao grupo melhores condições de lidar com o algoritmo e verificar se a resposta alcançada é coerente.

ESCOLA FLORIANO PEIXOTO: PRIMEIRA PROVA DA 1ª FASE DA OBMEP ACONTECE NESTA TERÇA FEIRA

Atenção alunos da ESCOLA FLORIANO PEIXOTO , a prova da primeira fase da Olimpíada Brasileira de Matemática vai acontecer nesta terça feira dia 02 de junho nos duas primeiras aulas, os professores responsáveis dos primeiros horários. A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) atingiu, neste ano de 2015, um novo recorde do número de escolas e municípios participantes: 47.582 escolas em 5.538 municípios brasileiros (99.48%).17.970.745 alunos estão inscritos e farão as provas da 1a Fase da OBMEP em 2 de junho.

O QUE FAZER QUANDO SEU FILHO NÃO GOSTA DE UMA MATÉRIA

Quando a criança vai mal em uma matéria, pais e escolas devem se reunir para analisar os motivos e encontrar soluções. É possível fazer com que seu filho passe a gostar de determinadas matérias. Atividades lúdicas e exemplo dos pais aproximam os pequenos dos conteúdos. Seu filho torce o nariz para Matemática? Diz que não vê nenhuma graça em História? Não suporta Ciências? Quando a criança mostra dificuldades ou resistências com uma ou mais matérias, prejudicando o seu rendimento escolar, a primeira ideia que pode passar pela cabeça dos pais é que é necessário procurar ajuda de um professor particular ou do reforço escolar. Porém, antes de recorrer a essa solução, primeiro é necessário investigar os motivos da dificuldade do aluno.

A raiz do problema pode estar nas mais diversas causas, desde a dificuldade de compreensão do conteúdo, passando por falta de disciplina para estudar e até mesmo por problemas de relacionamento com o professor. “Pais e escola devem ter sempre o olhar atento para perceber quando o aluno apresenta problema com uma matéria. Quando isso acontece, é necessário que ambas as partes se reúnam para analisar causas e possíveis soluções”, afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. Ela acrescenta que não se pode deixar de ter uma boa conversa com a criança, para entender seus motivos. Esse diálogo não será o momento de cobrar da criança bons resultados, mas sim de procurar oferecer ajuda para superar o problema. “O papel do professor também é muito importante e por vezes é necessário dedicar uma atenção individual maior ao aluno quando ele apresenta baixo rendimento”, explica Valéria.

Além disso, há a questão das aptidões: desde cedo dá para notar as preferências e a vocação das crianças para determinadas disciplinas. “Ter preferências é normal em qualquer dimensão nossa vida: temos uma cor preferida, um livro, um amigo. E isso é comum nos estudos também, onde os alunos mostram suas preferências e habilidades em determinadas áreas. Mas cabe aos adultos aproximá-los de todas as áreas para que eles tenham um amplo repertório de conhecimentos. Muitas vezes o estímulo pode até fazer com que eles passem a gostar da área que diziam não gostar”, afirma.Seja qual for o motivo de o seu filho não gostar de uma matéria, o importante é mostrar para a criança que ela está em uma fase em que precisa se desenvolver em todas as áreas para que tenha uma base sólida de conhecimentos. Segundo Valéria Galego, despertar o interesse das crianças por cada uma das disciplinas ensinadas na escola pode ser mais simples do que se pensa. “Há muita coisa em nosso cotidiano que pode aproximar as crianças dos estudos. Nem precisamos sair de casa para encontrar pistas de biologia, da física, da matemática. O que precisamos é mudar o foco do olhar”, diz Valéria. Uma simples chuva que cai pode ser um objeto de estudo de ciências. “Da mesma forma, ao montar a mesa para o jantar podemos falar sobre as influências da cultura no modo como nos alimentamos ou podemos entrar nas questões matemáticas do tempo e das quantidades utilizadas para o preparo”, explica ela.Há também uma série de atividades que podem despertar o gosto por disciplinas diversas, conforme ressalta Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix: “Os pais também podem levar os filhos a museus, a teatros, ao cinema, para que garantam uma maior percepção da realidade e do mundo. Também podem ler livros, ouvir música. Com essas atividades a criança vai despertar sua criatividade e vivência em várias áreas de estudo”.

Para romper as resistências que os filhos possam ter com uma matéria, outro ponto crucial é que os pais não deem o mau exemplo. “Quase sempre escuto pais dizendo ‘meu filho não gosta de Matemática, eu não gostava, minha esposa muito menos’. Quando os pais mudam o discurso, tudo fica mais simples e claro para os filhos”, diz Valéria Galego. Segundo ela, é preciso direcionar o olhar das crianças para o que está acontecendo a sua volta. “Dessa forma elas vão descobrir que além dos muros da escola também se aprende”, afirma a orientadora.

1. O que fazer quando seu filho não gosta de Matemática

Para gostar de qualquer disciplina, inclusive da Matemática, considerada assustadora para muita gente, é preciso entender a sua utilidade e a sua lógica. Quando uma matéria é imposta como algo que demanda apenas decorar um sem número de fórmulas e cálculos sem sentido, não é possível aprender com prazer. Segundo Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix, em São Paulo, os pais podem estimular a criança a gostar da Matemática, fazendo-a perceber onde ela está presente em seu dia a dia em atividades bem simples. Podem, por exemplo, ensinar os conceitos de fração ao pedir que o filho corte 1/4 do pedaço do bolo ou ajudem a conferir se o caixa da loja entregou o troco correto. “Eles também podem fazer com que os filhos participem do orçamento familiar. Por exemplo, podem mostrar aos filhos quanto se gasta no mercado ou com atividades de lazer. Ao dar a mesada ao filho, podem falar que ele poderia guardar 10% e ajudar a criança a fazer o cálculo”, diz ela.

2. O que fazer quando seu filho não gosta de Língua Portuguesa

Uma arma muito importante para gostar da Língua Portuguesa é a leitura, conforme pontua afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. “A leitura aproxima todos nós da língua de forma prazerosa. Se seu filho resiste a ler, leia para ele. Deixe que a leitura faça parte da sua rotina diária. Ou ainda, escolha um dia e um horário para que todos em sua casa parem o que estão fazendo para ler, assim como param para assistir um programa de TV”, orienta ela. Mas atenção: leitura não deve ser imposição, deve ser um prazer. Como diz a escritora Adélia Prado, “livros devem ser oferecidos como uma caixa de bombons”. Por isso, deixe que ele escolha seus “sabores preferidos”. Um passeio à livraria ou à biblioteca de sua cidade pode abrir a ele um leque de oportunidades de leitura. Já para estimular a escrever bem, que tal ajudar seu filho a montar um blog na internet? Ele pode escolher o assunto que quiser e exercitar escrever textos e fazer argumentações sobre o tema eleito.

3. O que fazer quando seu filho não gosta de Idiomas estrangeiros

Saber se comunicar em um idioma estrangeiro como inglês ou espanhol é muito importante não só para o futuro profissional como também em atividades do dia a dia das crianças. “Os pais podem ajudar o filho a perceber a utilidade e o prazer de aprender um idioma estrangeiro mostrando as situações em que ele se depara com esses idiomas”, afirma Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix. Mostre para seus filhos cartazes, propagandas, rótulos de produtos com palavras ou expressões em inglês ou espanhol. Pesquise com ele na internet em quantos países no mundo se fala inglês ou espanhol e a influência desses idiomas em nossas vidas. Você também pode fazer atividades divertidas para exercitar o estudo dos idiomas, como assistir a filmes e ouvir músicas. Escolha um artista ou banda que seu filho goste, pesquise com ele a letra da música. Cante junto para exercitar a pronúncia e procure fazer a tradução para entender a letra. Ele gosta de vídeo games e jogos de computador? Eis outra grande oportunidade para que ele exerça o domínio do idioma inglês, já que muitos desses passatempos demandam conhecer expressões estrangeiras.

4. O que fazer quando seu filho não gosta de História

Para estimular o gosto pela História, a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego sugere que os pais comecem por analisar junto com o filho sua própria história e a de sua família. “Mostre fotos antigas, conte histórias da família, mostra a importância de objetos que pertenceram a seus antepassados. Comece a resgatar a história que está próxima de seu filho. Deixe que ele conheça episódios da infância dos pais ou dos avós”, orienta ela. Depois disso, vocês podem explorar juntos a História que está além da sua casa e da sua família. Isso pode ser feito fazendo visitas a lugares históricos da cidade onde você mora. Também vale programar visitas a museus e assistir filmes baseados em histórias reais.

5. O que fazer quando seu filho não gosta de Geografia

O estudo e a importância da Geografia vão muito além de decorar nomes de países e suas capitais. A geografia está presente quando percebemos as diferenças de vegetação em diferentes paisagens, como na cidade ou na praia. Está quando observamos as características diferentes entre as áreas mais ricas e mais pobres de uma cidade. Quando a família vai viajar, por exemplo, os pais podem mostrar ao filho um mapa do local, indicar a ele a localização da cidade em relação a sua casa, sua posição dentro do país. “Podem também refletir juntos sobre a economia local, como vivem os habitantes, qual o tipo de relevo, etc”, diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego.

6. O que fazer quando seu filho não gosta de Ciências

Assim como as demais disciplinas, as Ciências também englobam uma série de conhecimentos essenciais para nosso dia a dia. É por meio do estudo dela que podemos entender como e porque a chuva cai. Da mesma forma, se não estudássemos Ciências não poderíamos entender a maneira correta de nos alimentar ou a importância de proteger e preservar o meio ambiente.
Para estimular o filho no estudo de Ciências os pais devem aguçar a curiosidade que já é natural entre as crianças sobre os fenômenos que acontecem a sua volta. “Por que às vezes chove granizo?”, “Para onde vai o Sol depois que ele se põe”?, “Por que alguns animais nascem de ovos e outros da barriga da mãe?”. “O estudo das Ciências é muito envolvente e vai bem além das lições de casa”, diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego. http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/filho-nao-gosta-materia-783066.shtmlutm_source=redesabril_educar&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_educar

OLIMPÍADA DA MATEMÁTICA 2015

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) é uma realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada – IMPA – e tem como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área. A ESCOLA MUNICIPAL DE 1º E 2º GRAUS FLORIANO PEIXOTO DA CIDADE DE FÁTIMA – BAHIA, já realizou as inscrições 2015,agora os professores já estão trabalhando com o banco de questões da olimpíadas da matemática para que os nossos alunos venham obter um resultado positivo,vale relembrar que em 2014 alguns alunos foram premiados,são eles

  • :OSÉIAS ALVES REIS  nível 2
  • PAULO HENRIQUE M DE HOLANDA CAVALCANTE nível 1
  • PEDRO HENRIQUE REIS SANTOS nível 2
  • YAN GABRIEL BORGES NASCIMENTO nível 2

OLIMPIADA DA MTEMATICA

CEAT: CERIMONIAL DE ENTREGA DO LIVRO ” O VELHO MATEMÁTICO”.


301471_110128992433989_1097611335_nO Centro Educacional Prof. Anísio Teixeira – CEAT realizou em  fevereiro de 2014, o cerimonial de premiação do concurso literário “o velho matemático”.
Ontem à noite, o CEAT realizou o cerimonial de premiação dos dez escritores, estudantes do CEAT, que tiveram os seus textos publicados no livro “as aventuras do velho matemático” do autor, o escritor e jornalista brasiliense Paulo Henrique da Costa Gonçalves. Este trabalho se deu em uma parceria entre a Escola e o escritor, onde as dez melhores produções foram publicadas, neste livro, que já está disponível em todas as livrarias do Brasil. Tiveram os seus textos publicados: Alex Antonio Oliveira Araujo, estudante do 6º ano; Elias Batista de Santana Neto, estudante do 6º ano; Maria Eduarda Oliveira da Paz, estudante do 7º ano; Pedro Everton Borges de Oliveira, estudante do 7º ano; Poliana de Oliveira Souza, estudante do 6º ano; Raiany Josefa Vicente, estudante da 7ª série; Yasmim Vicente Reis, estudante do 6º ano; Bianca Luzia Sena, estudante do 6º ano; Hítalo Davi Oliveira Santana, estudante do 7º ano; Matheus Santana Andrade, estudante da 7ª série. Os três primeiros colocados receberam, na ordem de colocação: Hítalo Davi Oliveira Santana, Alex Antonio Oliveira Araujo, Bianca Luzia Sena, uma premiação especial do escritor e os cinco primeiros colocados receberam vinte exemplares do livro e os últimos cinco colocados receberam cinco exemplares. O CEAT promoveu o evento a caráter com a presença dos escritores, colegas, familiares, os executores do projeto, prof. Sillas de língua portuguesa e o prof. Vinícius de matemática. Estiveram presentes, também, a profª Maria Xavier de língua portuguesa, prof. Ronaldo de ciências, a assistente de coordenação, a profª Jailma, a coordenadora pedagógica, a profª Andréia Reis e o diretor geral, o prof. Edmilson Souza. Em entrevista, o diretor geral, prof. Edmilson Souza, disse sentir-se muito feliz, pois é um trabalho de abrangência nacional “continuo acreditando na educação e no potencial dos nossos jovens estudantes, quero parabenizar os professores Assis, Sillas e Vinicius pela grande realização. quero parabenizar, por excelência, os nossos fantásticos e simpáticos escritores”, agradecer sempre a dedicação da nossa coordenadora, profª Andréia Reis, enfim agradecer a todos os familiares e aos fatimenses que sempre confiaram no nosso trabalho”.Informações e Fontos face book do CEAT.

FÁTIMA-BAHIA: Alunos da 8ª A da Escola Floriano Peixoto , constroem um Teodolito

Os alunos da 8ª serie A, juntamente com o professor de Matemática EDINHO e o coordenador de área Michel da Escola Municipal de 1º e 2º Graus Floriano Peixoto constroem um TEODOLITO.

Os alunos da 8ª A da Escola Municipal de 1º e 2º Grau Floriano Peixoto, construíram  um teodolito,  utilizando um nível de água( Nível de Pedreiro),o teodolito  é um instrumento óptico de medida de ângulos verticais e horizontais, usado em redes de triangulação.Poderemos calcular alturas de edifícios, árvores casas entre outros. Para testar o instrumento, construído pelos alunos, O professor de Matemática EDINHO levou os alunos  até a torre da cidade para realizarem uma experiência. Assistam ao vídeo a seguir.

 

ALUNOS DA REDE PÚBLICA DO MUNICIPIO DE FÁTIMA SE PREPARAM PARA A 7º OLIMPIADA DA MATEMÁTICA

Os Professores do município de Fátima estão preparando os alunos para encararem a olimpíada da matemática: vejam algumas informações.
A olimpíada brasileira de matemática das escolas públicas (OBMEP) é um projeto que tem como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área.
Iniciada em 2005, a OBMEP vem crescendo a cada ano criando um ambiente estimulante para o estudo da Matemática entre alunos e professores de todo o país.
Em 2010, cerca de 19,5 milhões de alunos se inscreveram na competição e mais de 99% dos municípios brasileiros estiveram representados.
Estimular e promover o estudo da Matemática entre alunos das escolas públicas.
3.2. Contribuir para a melhoria da qualidade da Educação Básica.
3.3. Identificar jovens talentos e incentivar seu ingresso nas áreas científicas e tecnológicas.
3.4. Incentivar o aperfeiçoamento dos professores das escolas públicas, contribuindo para a sua valorização profissional.
3.5. Contribuir para a integração das escolas públicas com as universidades públicas, os institutos de pesquisa e sociedades científicas.
3.6. Promover a inclusão social por meio da difusão do conhecimento.

Os alunos participantes da 7ª OBMEP serão divididos em 3 (três) níveis, de acordo com o seu grau de escolaridade, como a seguir:

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