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Tecnologias e Educação

Redes sociais, tablets, smartphones, mensagens instantâneas… o mundo virtual e seus consoles invadiram o cotidiano da sociedade e, por extensão, também da escola. Em pouco tempo, interferiram diretamente na prática de ensino, nas relações interpessoais e no comportamento dentro de sala de aula. Esse novo ambiente escolar trouxe desafios inesperados à comunidade. Um cenário com aspectos positivos e negativos e que não pode ser ignorado. Nessa edição especial, o Salto para o Futuro traz luz ao debate sobre as práticas de bullying e cyberbullying nas escolas e sobre a real imersão da internet no ambiente escolar.

FOTOGRAFIAS E MÁQUINAS FOTOGRÁFICAS

HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA E SEUS DESENVOLVIMENTOS

Fotografia é a técnica de criar imagens por exposição luminosa em uma superfície fotossensível.

A primeira fotografia reconhecida foi feita em 1826, pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, no entanto o a_primeira_fotografia_do_mundodesenvolvimento da fotografia não pode ser atribuído apenas a uma pessoa. Diversas descobertas ao longo do tempo foram somadas para que fosse possível desenvolver a fotografia como é conhecida hoje. Químicos e físicos foram os pioneiros nesta arte, já que os processos da revelação e da fixação da fotografia são essencialmente físico-químicos, numa associação de condições ambientais e de iluminação a produtos químicos.

Com o passar do tempo a essência da forma de fazer fotografia não mudou, no entanto, os avanços tecnológicos permitem cada vez mais melhorar a qualidade da fotografia, aumentar a resolução e a realidade das cores. A busca pela acessibilidade da fotografia também era grande preocupação logo em seu surgimento, a busca era intensa por materiais duráveis, eficazes e de baixo custo e pela aceleração no processo de revelação.O desenvolvimento da fotografia colorida foi também um processo lento e que necessitou de muitos testes. O primeiro filme colorido foi produzido em 1907, mas ainda hoje a fotografia colorida não alcançou a definição da escala de tons que a sensibilidade do filme preto e branco possui.Com o advento da fotografia digital, muitos paradigmas fotográficos foram alterados. Com aparelhos cada vez menores, mais simples de manipular e que produzem fotografias em alta qualidade, a internet facilitando o fluxo das imagens, a fotografia tornou-se algo muito mais simples e popular do que era.A fotografia abrange várias áreas da vida e do cotidiano humanos, pois é o mecanismo que permite arquivar um momento. A fotografia, logo que surgiu, não era considerada arte, e atualmente ainda existe uma gama de opiniões adversas quanto a isso. Para alguns críticos, a fotografia não pode ser considerada arte por conta da facilidade que existe em produzi-la, em contrapartida, outros críticos acreditam que ela pode ser considerada como arte a partir do momento em que ela é uma interpretação da realidade, e não apenas uma cópia.

A fotografia contribui positivamente em muitas coisas, vários âmbitos profissionais a agregaram como meio de amplificar as possibilidades e produzir estudos detalhados e precisos. A fotografia é utilizada na medicina, no jornalismo – fotojornalismo – e na ciência, para o desenvolvimento de vários estudos.Muitos cientistas pesquisaram sobre fotografia, a fim de melhorá-la e aperfeiçoá-la. Por conta disto, não se pode atribuir a apenas uma pessoa a criação ou o desenvolvimento da fotografia, o produto que temos hoje é uma soma de várias técnicas descobertas por algumas pessoas. Os principais nomes do início do desenvolvimento da fotografia foram: Joseph Nicéphore Niépce, Louis Jacques Mandé Daguerre, William Fox Talbot, Hércules Florence, Boris Kossoy e George Eastman.

O INICIO DA FOTOGRAFIA NO BRASIL

Em 1824 chega ao Brasil o pintor e naturalista francês Antoine Hercules Romuald Florence, que morou na cidade de Campinas, onde realizou varias invenções e experimentos em relação à fotografia. No ano de 1830, Florence inventou o seu próprio meio de impressão que teve o nome de Polygraphie. Sem conhecimento do que estava acontecendo no mundo das invenções, Florence continuou a fazer pesquisas descobriu uma nova possibilidade de reproduzir pela luz do sol, o qual passou a se chama Photographie. No ano de 1833 Florence utilizou câmeras escuras com uma chapa de vidro e papel sensibilizado para a impressão por contato.Já em Janeiro de 1840 pelas mãos do abade Louis Compte, chega no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro o primeiro aparelho a ser usado para fixar imagem fotográfica, com a capacidade de fixar imagens obtidas em placas de cobres com sais de prata.Por volta de 1860 chega ao Brasil novas tecnologias trazidas por imigrantes radicados no Brasil, por exemplo, a técnica do colódio úmido, ou seja, negativo feito sobre placas de vidros sensibilizados com solução química.Por estas descobertas que o Brasil foi e é considerado um dos pioneiros na Fotografia.

CURIOSIDADE: “Em 1888 a Kodak lança a primeira Câmera, capaz de produzir 100 fotografias com um único filme, que era revelado em seguida pelo fabricante. E só depois de 20 anos as primeiras as Câmeras da Kodak chegam ao Brasil”

FOTÓGRAFOS : Fotógrafos são profissionais que se expressam através de registros de imagens com o auxílio de uma câmera. Pode ser um rosto, uma paisagem, uma construção, uma cena, um flagrante. Podem ser especializados em jornalismo, moda, arte, produtos e fotografia científica.

QUAIS AS CARACTERÍSTICAS NECESSÁRIAS? É essencial ter sensibilidade. Deve ter interesse em cultura geral já que o fotógrafo é a testemunha que conta estória através da imagem. Também precisa ter senso crítico, curiosidade e estar em constante atualização. Características desejáveis: agilidade boa visão capacidade de organização criatividade interesse pelas artes ousadia sensibilidade artística senso estético

QUAL A FORMAÇÃO NECESSÁRIA? Não há exigência de escolaridade para fotógrafos, sendo assim uma profissão de livre-formação. Porém, muitas escolas oferecem cursos Fotografia, que pode ajudar o profissional a aperfeiçoar suas técnicas e conhecimento. Repórteres fotográficos são registrados no conselho da categoria como jornalistas. É indispensável que o fotógrafo saiba usar bem todos os tipos de câmeras, LENTES e filtros, escolher o filme mais adequado para cada tipo de trabalho e conheça os processos de revelação e cópia. Com o avanço da informática, é recomendável saber usar câmeras digitais.

Principais Atividades: Além de fotografar de acordo com as necessidades e especificações dos clientes e chefes e apresentar o resultado, os profissionais de fotografia podem exercer as seguintes atividades: reunir-se com o cliente para conhecer o serviço, o objetivo, receber orientação e discutir o orçamento; apresentar os contatos (fotos reveladas no tamanho do filme) para a seleção das que serão ampliadas; fazer cópias ampliadas das fotos escolhidas; estudar ângulos, iluminação, cenário; anotar nomes para identificação dos personagens; REGISTRAR flagrantes; documentar situações para investigações policiais e ações judiciais; identificar locais e pessoas em fotos escolhidas; fotografar maquetes, ambientes e edifícios. Há profissionais especializados em moda para jornais, revistas ou anúncios; em objetos de arte para catálogos e em fotografia científica para ilustrar relatórios de pesquisa e publicações especializadas. Outros dedicam-se à fotografia como meio de expressão artística, expondo seus trabalhos ou produzindo livros de fotos. A experiência profissional permite ainda ao fotógrafo dar aulas ou vender equipamentos. Todos os fotógrafos dedicam parte de seu tempo à organização de arquivos de seus trabalhos.

ÁREAS DE ATUAÇÃO E ESPECIALIDADES \; Esse profissional pode atuar em diversas áreas como: Eventos: registra eventos, festas, comemorações; Publicidade: trabalha ainda em estúdios fotografando modelos e produtos para moda ou campanhas publicitárias; Gerenciamento e curadoria: promove exposições em galerias ou museus. Administra arquivos de fotos; Área pericial: documentar situações para investigações policiais e ações judiciais; Arquitetura de interiores: fotografar maquetes, ambientes e edifícios; Banco de dados: administrar arquivos de fotografias em museus e instituições; Estúdio: fotografar produtos e modelos; Fotojornalismo: cobre reportagens jornalísticas, edita fotos para jornais e revistas; Restauração e conservação: pesquisar e desenvolver técnicas para recuperar e conservar fotografias, cromos e filmes fotográficos; Paparazzo: fotografo independente que vai atrás de celebridades tentando flagrá-las, de preferência em situações indiscretas. E depois oferece o material à revistas e jornais.

MERCADO DE TRABALHO; O mercado de trabalho para fotógrafos é muito competitivo e concentra-se no setor privado. Porém, com a valorização cada vez maior da comunicação visual, profissões que lidam com imagens tendem a ganhar mais espaço, sobretudo nas áreas de publicidade, produção editorial (livros e revistas) e internet (imagens para sites e portais). Uma área ainda pouco explorada é o de preservação e restauração de acervos fotográficos. Fora das capitais, o mercado costuma se limitar à fotografia de eventos sociais.

CURIOSIDADES: A máquina fotográfica básica Os físicos do século XVI estudaram um dispositivo chamado “câmara escura” que, evoluído, resultou nas atuais câmaras fotográficas. A câmara escura, princípio de todas as máquinas fotográficas. Eles verificaram que uma caixa totalmente fechada, possuindo apenas um orifício em um dos lados, tinha propriedades de reproduzir as imagens dos objetos que estivessem colocados na frente do orifício, de modo que esta imagem aparecia na parede oposta à entrada da câmara e invertida. Ao observarmos a imagem formada, notamos que ela não se apresenta nítida. Para reprodução perfeita da imagem na câmara escura, teríamos de usar um furo muito pequeno ou LENTES que basicamente operam por refração

Origem da máquina fotográfica:

Historicamente podemos dizer que a captação e o registro de imagens foram possíveis após a criação da câmara escura de orifício. Essa câmara é constituída de uma caixa de paredes internas escuras, toda fechada, com exceção de um pequeno orifício feito em uma de suas paredes, por onde a luz penetra. Na face oposta ao orifício é onde se forma a imagem do objeto observado. Essa imagem poderá ser observada caso a face oposta àquela com o orifício seja substituída por um material adequado, como o papel vegetal. Qualquer objeto em frente da câmara escura reflete luz, em todas as direções, que ultrapassa o orifício, constituindo-se como uma fonte secundária num ambiente interno. A fonte de luz primária pode ser uma lâmpada.A face do objeto que está voltada para o orifício terá uma imagem formada no interior da câmara. Essa face reflete luz em todas as direções, mas apenas uma parte dela atravessa o orifício. Como nessas condições a luz se propaga em linha reta, a imagem formada estará de cabeça para baixo.Nas máquinas fotográficas atuais, assim como em nossos olhos, as imagens que se formam têm as mesmas características daquelas obtidas com a câmara escura: todas estão de cabeça para baixo e têm o lado direito e o esquerdo invertidos, quando observadas por trás do anteparo. Se o orifício da câmara escura for pequeno, as imagens obtidas serão bastante nítidas. O problema é que a pouca quantidade de luz que penetra na câmara produzirá uma imagem com pouca luminosidade. Se fizermos um orifício maior, a quantidade de luz aumentará, mas a imagem formada perderá a nitidez. Portanto, podemos dizer que a função da face da câmara que contém o orifício é a de controlar a entrada de luz que atinge a face oposta, na qual se formará a imagem. Cada ponto da face do objeto voltado para o orifício reflete luz em todas as direções, mas somente os raios emitidos na direção do orifício conseguirão atravessá-lo e atingir o papel vegetal, formando uma imagem completa do objeto.O tamanho da imagem formada na parede (anteparo) tem estreita relação com a distância entre a parede com o orifício e a parede em que se forma a imagem. Além disso, o tamanho do objeto e a distância entre ele e a câmara influenciam no tamanho da imagem formada. Podemos expressar matematicamente essas relações de dependência da altura do objeto ho, altura da imagem hi, da distância do objeto à câmara Do e a distância da imagem ao orifício Di, pela seguinte relação:

O DESENVOLVIMENTO DA MÁQUINA FOTOGRÁFICA

os perigos de publicar fotos íntimas na internet

Cerca de 11% dos estudantes brasileiros entre 5 e18 anos já praticaram o sexting, compartilhamento de imagens íntimas ou sensuais na Internet, segundo pesquisa da ONG Safernet Brasil (www.safernet.org.br). O estudo entrevistou 2.159 crianças e adolescentes sobre seus hábitos na internet. A pesquisa, concluída em fevereiro deste ano, sugere que, na maioria das vezes, os pais e a escola não estão atentos, não se interessam ou simplesmente desconhecem o que os filhos buscam na internet.

Segundo a pesquisa, 69% dos estudantes têm pelo menos um amigo virtual. Já 32% afirmaram que tem mais de 30 amigos virtuais e 12% declararam ter namorado pela internet pelo menos uma vez. A palavra sexting é novidade para muita gente. Vem do inglês, e mistura as palavras texting – texto usado para envio de mensagens via celular, MSN, ou sites de relacionamento – com sex, que dispensa explicações. Define a mais nova preocupação de organizações e órgãos ligados aos direitos e crimes cibernéticos no país.

É  preocupante tendência que vem caidno no gosto de muitas crianças e adolescentes. Eles fazem imagens – fotos e vídeos – próprias, em roupas íntimas, poses provocantes e até em ato sexual e colocam na internet. Depois que caem na rede, as imagens são usadas, muitas vezes, para ironizar, chantagear ou simplesmente humilhar os autores/vítimas, que não raro são obrigados a mudarem de escola, de bairro e de vida.

A “brincadeira” sem graça foi motivo pelo qual uma adolescente de 15 anos se viu forçada a sair da escola onde estudava na região Centro-sul de Belo Horizonte. “Ela fez o vídeo quando o namoro já estava meio ruim, para tentar reatar a relação. Depois que os dois terminaram, ele distribuiu para galera do colégio e todo mundo apontava para ela” conta o colega de sala que pediu para não ser identificado. O caso não é o único ao qual o adolescente teve contato.

Meses depois, uma outra garota, também de 15 anos, estudante de outro colégio de classe média alta de Belo Horizonte, fez um vídeo e enviou para o namorado via MSN. As imagens revelaram uma dança sensual usando um pirulito. A imagem rodou boa parte dos computadores da escola, e de outras da região, e a menina acabou se vendo obrigada a mudar de escola e de cidade. “Muita gente faz isso, e depois se arrepende. Mas aí já é tarde,” diz.

Para o advogado Alexandre Atheniense, especialista em crimes virtuais, o problema é muito mais sério do que se imagina. Segundo ele, nos Estados Unidos, um em cada cinco jovens de 13 a 18 anos já colocou pelo menos uma foto de si mesmo nu ou em poses eróticas na internet. E o fenômeno avança rápido.

“Os pais e principalmente as escolas, ainda ignoram totalmente o fato. Não demonstram interesse ou preocupação com o que os jovens fazem na rede, mas os pais ou responsáveis depois podem ser responsabilizados criminalmente por possíveis consequências dos atos dos filhos”, destaca o advogado.

Ainda de acordo com o especialista, a legislação na área existe, mas uma das grandes dificuldades  na maioria dos casos é rastrear qual aparelho celular ou computador saiu a imagem erótica ou sensual.E uma vez na rede, o dano à imagem dificilmente será restaurado.

Outro dado preocupante também levantado pela Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, um dos serviçoes disponíveis da Sefernet, é que o número de denúncias de casos na internet envolvendo pronografia infantil cresceu 468% entre 2006 e 2009. No primeiro ano de levantamento do site, foram registrados 14.941 casos. No ano passado, foram 96.963 denúncias feitas a diversos órgãos do país.Só em março deste ano foram 1.410.

Para tentar reverter a situação, o Ministério Público Federal, faculdades e ONG´sligadas aos direitos e monitoramento da internet realizaram em dezembro de 2009 a I Conferência Nacional de Comunicação – Confecom, ocorrida em Brasília. Uma das resoluções do encontro foi fortalecer a educação e discussões sobre os assuntos na escola.

Não compartilhe imagens ou mesmo conteúdos que estejam denigrindo alguma pessoa:  Sabemos que temos o direito de nos expressar, para tanto, mesmo que você concorde com determinado assunto, tenha o cuidado de se manifestar sobre ele, não use palavras de baixo calão, tampouco acuse alguma pessoa sem provas. Você poderá ser acionado judicialmente sobre isso e responder processo por difamação e calúnia, então, cuidado com os comentários, tudo que é dito, na internet ou não, precisa ser provado.

 Atenção com as imagens postadas: As pessoas costumam postar fotos que consideram engraçadas nas redes sociais, dançando, bêbadas, em situações estranhas, etc. Pois bem, estas mesmas fotos podem acabar caindo nas mãos de seu chefe, de seus alunos, de seus colegas de trabalho ou mesmo de outras pessoas do seu convívio e não acabarem não sendo  bem interpretadas. Lembre-se, uma boa reputação conta muito no meio empregatistico.

10 – Quanto menos expor detalhes da vida melhor: É muito bom dividir algum resultado positivo da nossa vida. No entanto, reserve aqueles mais íntimos somente para os amigos mais chegados e, de preferência, bem longe das redes sociais. Assim, não espalhe que teve um aumento de salário, uma nova promoção, que o namorado ou namorada lhe presentou com um maravilhoso e caro presente ou até mesmo toda a felicidade que está vivendo. Estas informações, além de gerar a cobiça de terceiros, poderá ser usada para que seu nome ou sua imagem possa ser aplicado em algum golpe. Então, fica a dica, quanto menos informações postadas, melhor para a sua privacidade!

JOVENS DE ESCOLAS PÚBLICAS DESENVOLVEM PROJETO TECNOLOGICOS

A transformação proporcionada pela educação não é apenas uma promessa para o futuro, é uma realidade que muitos jovens baianos, alunos do Senai/Cimatec, já alcançaram. Esta oportunidade de crescimento do indivíduo, especialmente no campo profissional, é o tema da semana deste vídeo que faz parte de uma série especial, produzida pela Secretaria de Comunicação Social do Governo da Bahia (Secom), sobre histórias e personagens que mostram o poder da transformação pela educação.As imagens e os depoimentos se completam, compondo o vídeo ‘Jovens de escolas públicas desenvolvendo projetos de ponta’. São baianos como Joabe de Menezes, que está se qualificando com o Programa de Aprendizado Jovem (Proaj) e não tem mais uma preocupação recorrente à maioria dos jovens: “será que conseguirei ingressar no mercado de trabalho?”. Joabe declara: “Já estou há seis meses em uma empresa que foi o Senai que me indicou. Pela manhã é o estágio e pela tarde venho para cá”.

Educando e transformando

Professor do curso de Desenvolvimento de Software do Senai/Cimatec, Gelton da Cruz explica que o objetivo do Proaj é qualificar jovens e adultos na área de Tecnologia da Informação. “É a possibilidade de transformação, de você ver uma pedra bruta e o programa vir lapidando. Na conclusão de um ciclo de turma, você vê uma joia preciosa com capacidade e habilidade para desenvolver coisas que talvez nem ela tivesse expectativa de que pudesse fazer”.A aluna Victória Regina diz que buscar, alcançar e colocar o conhecimento em prática tem um gostinho especial. “Um dia vai poder olhar para trás e dizer ‘puxa, eu estudava bastante e ficava cansada’, mas hoje em dia eu vejo o retorno do esforço nos meus estudos”. Outra aluna, Tainá dos Santos, já se sente preparada para enfrentar novos desafios: “O Proaj deu um suporte técnico de como encarar a realidade no mercado de trabalho e seguir em frente como um bom profissional”.
Secom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

HISTÓRIA DA BAHIA É VALORIZADA COM O NOVO SITE DA BIBLIOTECA DOIS DE JULHO

No dia em que se comemora a luta pela Independência do Brasil na Bahia, a história do estado ganha mais um espaço de valorização, além das ações que são realizadas durante o mês de julho e do tradicional desfile: o novo site da Biblioteca Virtual Dois de Julho. O espaço virtual denominado Consuelo Pondé de Sena – em homenagem à historiadora que presidiu o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB) por 19 anos e faleceu em maio deste ano – foi lançado na tarde desta quinta-feira (2), em cerimônia realizada no Palácio Rio Branco.

Promovido pela Secretaria de Cultura do Estado (Secult), juntamente com a Fundação Pedro Calmon, o evento teve a participação do governador Rui Costa, do secretário de Cultura, Jorge Portugal, autoridades e familiares de Consuelo Pondé, que conheceram o novo espaço virtual. Na ocasião, o governador falou sobre a importância de valorizar quem marcou a história do estado.
“A consolidação do trabalho dela [Consuelo Pondé] se dá também com essa biblioteca virtual e fortalecemos o conhecimento dos baianos sobre o próprio estado, num diálogo mais próximo entre a educação e a cultura. A cultura tem que ocupar nossas escolas, porque a educação formal e a formação cultural dos indivíduos não estão dissociadas, elas se integram na escola”, afirmou Rui Costa. Presente no evento, Eduardo Pondé de Sena lembrou a história da mãe, Consuelo. “Nós agradecemos a iniciativa de homenagear minha mãe, cuja história está intimamente ligada ao desse acervo. Ela me ensinou, desde pequeno, sobre a consolidação da independência brasileira nessa data, o 2 de Julho, e o quanto ela sonhava com o resgate e conservação da história baiana”.
Novidades
Entre as novidades do site estão a revista eletrônica ‘Bahia com História’, também lançada nesta quinta (2), além de estrutura e plataforma que oferecem mais facilidades na navegação. A nova versão do site tem conteúdo inteiramente dedicado à história baiana, com dossiês temáticos e exposições virtuais. Todo o acervo está disponível para pesquisadores, estudantes, curiosos e interessados na trajetória econômica, cultural e religiosa da Bahia. Livros, periódicos eletrônicos, resenhas, revistas e acervos especiais que abordam temas relacionados à fundação e características que formam o estado da Bahia podem ser encontrados no site.
Fotos: Raul Golinelli/GOVBASecom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

HISTÓRIA DA INTERNET

História da Internet

dicionario-destaqueA internet já faz parte do cotidiano da maioria das pessoas, seja para trabalho, pesquisa, entretenimento ou comunicação. Não dá para imaginar a vida sem ela, não é mesmo?Mas nem sempre foi assim… Até chegar ao ponto em que está hoje, muitos cérebros brilhantes tiveram batalhar para colocar suas ideias em prática, mostrando que a ficção pode se transformar em realidade – a realidade virtual! Vamos conhecer um pouco dessa história…

Década de 60:

1966: Tudo começou pelo trabalho conjunto entre quatro universidades norte-americanas que faziam pesquisas para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Para obter eficiencia no trabalho e também economizar dinheiro no processo de comunicação seria melhor que tivessem seus computadores interligados e um dos pesquisadores consegue verba para realizar esse projeto de interligação. Foi aberta concorrência para empresas especializadas desenvolver o projeto, mas poucos acreditavam nessa possibilidade.

1969: em 1° de maio de 1969, a BBN – Bolt, Beranek and Newman, empresa que ganhou a concorrência, envia o primeiro equipamento da rede para a Universidade da Califórnia em Los Angeles. Essa universidade passa a ser o primeiro ponto de conexão de uma rede (chamdo de nó). O grupo passa a chamar-se Arpanet e mais tarde Internet.

Década de 70

1971: Arpanet já tem 15 conexões em diversos centros de pesquisa, incluindo a Agência Nacional de Administração Espacial (NASA), nos EUA.

1973: as conexões saem dos limites dos Estados Unidos e alcança a Europa, assim neste ano a University College de Londres e Royal Radar Establishment, na Noruega, já estão conectadas nessa rede.

1979: surge a primeira rede para grupos de discussão, que na verdade era uma mistura de canal de conversa em tempo real com RPG (Role Playing Game).

Década de 80

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IMAGENS QUE CONTAM A HISTÓRIA DO TELEFONE

O TELEFONE, essa maravilhosa invenção que tanto auxílio presta ao homem e que trouxe ao mundo uma grande parcela de progresso, surgiu do espírito laborioso e pertinaz de Alexandre Graham Bell, nascido na Escócia, no ano de 1847.Antes de Graham Bell, porém, alguns estudiosos já se haviam dedicado às pesquisas de várias forças que haveriam de resultar, mais tarde ou mais cedo, na invenção desse maravilhoso aparelho.Em 1837, um americano, Charley Page, chegou à convicção de que as ondas elétricas podiam transmitir o som; alguns anos depois, um francês, Charles Boseul, afirmava que as palavras podiam ser levadas pela eletricidade; finalmente, em 1860, um alemão, João Felipe Reis, chegou mesmo a construir o telefone tosco.Alexandre Graham Bell é considerado, entretanto, o verdadeiro inventor do telefone. Menino ainda, em sua cidade natal, Bell sempre mostrou grande aplicação para os estudos. Depois de moço, passou-se para a Alemanha, onde na Universidade de Wurzburgo, tomou o grau de doutor.Passou depois para o Canadá, alcançou em seguida os Estados Unidos , onde se naturalizou norte-americano.Passou a residir em Boston, como professor de surdos-mudos, trabalho este para o qual contava grande experiência, visto por muitos anos ter colaborado com seu pai, Melvill Bell, inventor, por sua vez, de uma lin-guagem manual para os surdos.Durante esses trabalhos, Bell não só assistia como também realizava experiências notáveis sobre a posição dos órgãos vocais na formação dos sons e sobre as quali dades musicais dos sons das vogais.Experimentou, então, descobrir um meio que lhe permitisse a produção elétrica da música. Tentando estudar a transmissão da música elétrica por um fio telegráfico, Bell sentiu-se compelido a estudar mais atentamente a telegrafia elétrica e a proceder a várias experiências quo culminaram com a invenção do telefone.Após numerosos ensaios e tentativas, conseguiu, por fim, Graham Bell encontrar a forma definitiva do telefone, exatamente como ele é ainda empregado: as ondas sonoras, partindo da nossa boca, batem num disco, situado no bocal do telefone.Esse disco acha-se ligado a fios metálicos, por onde passa uma corrente elétrica. As ondas sonoras são transmitidas instantâneamente a um outro disco, situado a quilômetros de distância. Aí, este último vibra como o primeiro, repetindo as palavras pronunciadas.

O telefone foi inventado em que ano?O novo invento foi apresentado na Exposição de Filadélfia, em 1876, onde causou grande sucesso.A invenção do telefone causou, como era de se esperar, entusiasmo mundial e logo o nome de seu inventor conquistou grande celebridade. Em 1880, recebia Bell o Prêmio Volta, concedido pela Academia de Ciências de Paris.

A lexandre Graham Bell faleceu no ano de 1922, com a Idade de setenta e cinco anos.

O telefone, esse aparelho que nos habituamos a usar todas as vezes que desejamos conversar com pessoas que encontram distantes, seja para resolver um negócio importante, seja para um cumprimento ou apenas uma simples comunicação, representa o sonho de milhares e milhares de seres humanos durante séculos e séculos.Representa a história da sua invenção as inúmeras tentativas feitas pelo homem para por em contacto pessoas separadas por grandes distâncias, como diz o seu próprio nome, em sua etimologia grega: teles — distância o phonos — som.D. Pedro II, quando da sua visita aos Estados Unidos da América do Norte, em 1876, visitando a Exposição de Filadélfia, após experimentar o aparelho de Graham Bell,disse, entre comovido e maravilhado: “Meus Deus, isto Fala!”O fato teve larga publicidade e o apoio de D. Pedro II ao inventor, acabou por animar aos mais céticos. Numa comunicação feita à Real Sociedade de Londres, Bell fez saber que lâminas de ouro, prata, borracha e madeira e um grande número de outras substâncias emitem um som distinto, quando feridas por vibrações luminosas intermitentes.Segundo os italianos, foi Antonio Meucci, nascido em Florença, o inventor do telefone. Meucci emigrou, em 1885 para a América, indo trabalhar em Havana como mecânico.

Ali, empregando um megafone para dar ordens aos seus maquinistas, teve a idéia de transmitir a palavra através de corrente elétrica.

Indo para Nova York, recomeçou seus estudos sobre o problema e acabou por construir um telefone muito rudimentar, composto de um magneto, um carretel e um diafragma, encerrados numa caixa de madeira.
Faltavam-lhe, entretanto, os recursos para continuar. Assim mesmo, em setembro de 1871, solicitou registro de patente de invenção, ilustrando a petição com gráficos. Passaram-se, no entanto, cinco anos, sem que Meucci adquirisse meios para liquidar o caso.Em fevereiro de 1876, surgiram dois pedidos de patentes de invenção do telefone: um, apresentado por Graham Bell e outro, por Elisha Gray, americano. Ambos os pedidos foram registrados.Meucci, não se conformando, apelou para os tribunais e a demanda prolongou-se indefinidamente, enquanto Bell, nesse meio tempo, fundava, com enormes capitais, a “Bell Company”, que se tomou, em pouco tempo, a mais gigantesca emprêsa comercial dos Estados Unidos.

A gente montou uma lista pra contar pra vocês o que aconteceu com o telefone nos últimos 138 anos.

1. A primeira ligação (1876)

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Em 10 de março de 1876, Alexander Graham Bell faz a primeira ligação telefônica e diz: “Sr. Watson, venha aqui! Eu quero vê-lo!”.

2. Alô, telefonista (1900)

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VISITA A RÁDIO NAÇÃO FM COM A TURMA DO 8º ANO E

Durante a I Unidade na disciplina de Mídias e Novas Tecnologias do Professor Batista Oliveira da ESCOLA MUNICIPAL FLORIANO PEIXOTO, foram desenvolvidos várias assuntos , um deles foi a história do Rádio e a sua importância e a função de um radialista, na oportunidade realizamos uma visita a RÁDIO NAÇÃO FM da cidade de Fátima , a visita foi realizada no mês de abril , e na oportunidade alguns alunos conversou com o locutor Sabiá..CONFIRA O VÍDEO

TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO:O QUE AINDA VAI CHEGA À SALA DE AULA

Em muitas escolas, o desafio ainda é ter computadores básicos e internet de qualidade disponíveis para as atividades de ensino, mas outras já estão de olho nas mais recentes invenções. O caminho mais comum dessas novidades costuma começar nas universidades e depois se expandir e se popularizar, primeiro, no Ensino Médio, depois, no Fundamental e, por último, na Educação Infantil. Conheça, então, algumas das ferramentas que estão percorrendo esse trajeto e que ainda podem chegar até a sua sala de aulainfo-tecnologia-sala-de-aula (1)