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30 ATIVIDADES DE MOTRICIDADE INFANTIL

É sabido que o processo de aquisição da linguagem escrita na criança não inicia na alfabetização, pois a criança deve ser estimulada a realizar atividades que envolvam movimentos de mãos e dedos de forma que futuramente ela tenha melhor habilidade para utilizar lápis, canetas, realizar desenhos, entre outros. Dessa forma, trabalhar a motricidade infantil é considerado por especialistas um requisito fundamental para a criança em processo de alfabetização.
Com o objetivo de trabalhar a motricidade infantil, não se esqueça de disponibilizar às crianças materiais que proporcionem um melhor desenvolvimento, como: tintas, trabalhando com pintura a dedo, massa de modelar (para desenvolver a criatividade), folhas de revistas (orientando a criança a “rasgar” determinada figura e posteriormente utilizar de tesouras e colas para realizar colagens), atividades diferenciadas como colagens de macarrões, barbantes, bonecos pedagógicos, em especial aqueles que desenvolvem atividades como abrir e fechar botões, dar laços, fechar e abrir zíper, dramatizações, quiet book, entre outros que requeiram o uso constante das mãos.
Sendo assim, a criança que faz atividades de motricidade passará pelo processo de alfabetização com facilidade e desempenho significativo, e realizará atividades do dia a dia com mais autonomia.

30 ATIVIDADES DE MOTRICIDADE INFANTIL

 

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Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil

Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil parmetros-de-qualidade-para-a-educao-i-nfantil-vol2-1-728contém referências de qualidade para a Educação Infantil a serem utilizadas pelos sistemas educacionais, que promovam a igualdade de oportunidades educacionais e levem em conta diferenças, diversidades e desigualdades do nosso imenso território e das muitas culturas nele existentes.

Com o objetivo de propiciar o cumprimento do preceito constitucional da descentralização administrativa e de cumprir a meta do MEC que preconiza a construção coletiva das políticas públicas para a educa- ção, este documento foi elaborado com a contribuição efetiva e competente de secretários, conselheiros, técnicos, especialistas, professores e outros profissionais.

Consideramos que este é um fato histórico da maior importância para a Educação Infantil, não apenas pelo conteúdo aqui apresentado, mas pelo seu significado no contexto da legislação e das conquistas para esta primeira etapa da Educação Básica.

MEC disponibiliza materiais para professores da EDUCAÇÃO INFANTIL

Este material faz parte do ProInfantil, curso em nível médio, a distância, na MEC-1modalidade Normal. Destina-se aos profissionais que atuam em sala de aula da educação infantil,  nas creches e pré-escolas das redes públicas – municipais e estaduais – e da rede privada, sem fins lucrativos – comunitárias, filantrópicas ou confessionais – conveniadas ou não,  sem a formação específica para o magistério.

É bem verdade que são muitos módulos, mas você poderá estar baixando um por um e aproveitando aquilo que melhor lhe convier.

CONFIRA:

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10 brincadeiras para experimentar com as turmas da creche e da pré-escola

Sugestões de jogos para brincar com os alunos da creche e da pré-escola. Tudo pode ser feito sem muitos recursos e em espaços pequenos. Para nenhuma criança ficar de fora da diversão. A seguir, você confere as regras de 10 brincadeiras

imagesCauda do Dragão
Material necessário Nenhum.

Desenvolvimento

Todos os participantes ficam em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um do outro, formando um dragão. O primeiro integrante da fila, representando a cabeça do dragão, terá como objetivo pegar o último da fila, que representará a cauda. Ao sinal do educador, o “dragão” passará a se movimentar, correndo moderadamente, sob o comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido de evitar que isso aconteça. A brincadeira continuará enquanto durar o interesse das crianças.

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CRIANÇAS DA CRECHE MARIA JANDIRA EM CLIMA DE SÃO JOÃO

Hoje (18) durante na creche Maria Jandira, as criançadas e funcionários da creche realizaram o arraia das criançadas com muitas comidas , musicas junina e muitas brincadeiras,

Época de Festa Junina é tempo bom para brincar! Junto com os tradicionais jogos nas barracas, como Pescaria, Argolas e Toca do Coelho, são muito populares também as gincanas, com os mais variados jogos de terreiro: Corrida de sacos, Ovo na colher, Corrida de três pés e muitos outros. São brincadeiras que reúnem a família, integram turmas e divertem gente de todas as idades! Veja como realizar os jogos mais conhecidos:Fotos do facebook,

Pesca da maçã

Cada competidor tem à sua frente um balde grande, cheio de água e com uma maçã boiando. Suas mãos devem ficar para trás e, ao aviso do juiz, deve tentar pegar a maçã com a boca. O primeiro que tirar a maçã da água e colocar na mão do juiz é o vencedor.

Ovo na colher

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15 DOENÇAS COMUNS NOS TRÊS PRIMEIROS ANOS DE VIDA

Quem tem filho pequeno sabe que, a cada três meses no máximo, o pequeno aparece com alguma doencinha. Na maioria das vezes, os casos estão ligados às doenças respiratórias causadas por vírus. No entanto, vários outros problemas típicos da infância lotam os consultórios e ambulatórios pediátricos. E a melhor arma para lutar contra eles é munir-se de informações e aprender quanto à prevenção, aos sintomas e aos tratamentos. A pediatra e presidente do departamento de cuidados primários e pediatria ambulatorial da Sociedade Paulista de Pediatria e membro da Brasileira, Ana Cristina Ribeiro Zöllner, e o pediatra da Universidade Federal de São Paulo, Renato Lopes de Souza, listam aqui os principais:

1 AMIGDALITE
É a infecção das amígdalas causada por bactérias ou vírus. Formadas por tecido esponjoso, estas estruturas estão localizadas nos dois lados da garganta. Seu papel é produzir anticorpos para impedir que infecções da garganta, boca e seios da face se espalhem para o corpo.

SINTOMAS: Dor, febre, inchaço ao lado do pescoço e da mandíbula, dificuldade para engolir, calafrios, dor de cabeça e muscular, mau hálito.
TRATAMENTO: O problema causado por bactérias é tratado com antibióticos. Se for vírus, os remédios indicados irão apenas controlar os sintomas.
PREVENÇÃO: Evitar aglomerações e contato com pessoas doentes.

2 OTITE

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A IMPORTÂNCIA DE ROLAR, PULAR E DANÇAR

Os bebês vão para a creche cada vez mais cedo. Geralmente, não falam e passam grande parte do dia olhando as mãos, tentando pegar os pés, sorrindo, chorando, balançando a cabeça… Estão explorando o próprio corpo e se comunicando com quem está por perto. Cabe às escolas de Educação Infantil desenvolvê-los e propor atividades adequadas a isso (com os materiais apropriados). “Pesquisas mostram que as experiências sensoriais e motoras vividas na primeira infância desempenham um papel fundamental na formação do cérebro”, diz o psicomotricista André Trindade, especializado em atendimento a bebês. Nessa fase, a ação é a principal forma de linguagem. É assim que os pequenos interagem com o meio e aprendem sobre si mesmos, as pessoas que os rodeiam e os lugares que frequentam. Por isso, não existe hora específica para pôr a turminha para se movimentar. Ao contrário, é preciso fazer isso o tempo todo. Pular, rolar, dar cambalhotas, correr – tudo é fundamental para a meninada se relacionar com os colegas e descobrir o mundo. No banho, por exemplo, bater pernas e mãos na água permite que a criança descubra do que é capaz, além de despertar sensações (o que se chama de consciência corporal). Só mais tarde, quando a criança pronuncia as primeiras palavras, percebe que há outros meios de se comunicar. Mas ela não perde o dinamismo e a necessidade de explorar o mundo com o corpo. É por isso que situações de contenção motora, como ficar sentado muito tempo, atrapalham o desenvolvimento. “A Pedagogia tem de ser intencionalmente planejada e contemplar o que é possível e necessário para o grupo”, diz Isabel Porto Figueiras, professora do curso de Educação Física da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. As teorias sobre o desenvolvimento motor, em especial as de Jean Piaget, Henri Wallon e David L. Gallahue, explicam por que alguém não consegue fazer determinado movimento. No entanto, não servem para todos os indivíduos, pois não é possível esperar o mesmo de todos.
Há casos de bebês que se sentam com 5 meses, enquanto outros só vão fazer isso aos 8. Essa diferença é normal e se dá por causa dos diferentes ritmos biológicos. Daí porque, hoje, considera-se melhor pensar nas competências individuais e não na idade.Gente que Educa.

O DESAFIO DE ENSINAR LÍNGUA PORTUGUESA A ALUNOS SURDOS

Conheça as expectativas de aprendizagem para esses estudantes, desde a Educação Infantil até o 9º ano. Flexibilizar atividades e investir em experiências visuais contribuem para a inclusão.

Ensinar uma língua escrita para quem desconhece a oralidade é um desafio para todos os professores com alunos surdos em suas turmas. As principais dificuldades não decorrem da surdez em si, mas da falta de conhecimento da Língua Portuguesa falada. Hoje, boa parte desses estudantes comunica-se com a Língua Brasileira de Sinais (Libras), uma língua visual-espacial, que possui estrutura própria.

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Para ajudá-lo a incluir os estudantes com deficiência auditiva, organizamos uma síntese das principais expectativas de aprendizagem para esses alunos na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, quando matriculados em turmas regulares, com base nas principais orientações curriculares para o ensino de Língua Portuguesa para pessoas surdas, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.É importante lembrar que, mesmo que não alcancem os mesmos resultados obtidos pelos alunos ouvintes, os estudantes com deficiência auditiva precisam participar de todas as aulas. Se o aluno surdo ainda não for capaz de escrever um texto, faça com que ele contribua para as atividades escrevendo listas ou frases sobre o tema abordado. Produções coletivas ou em pequenos grupos também ajudam o aluno a se expressar melhor pela escrita. O importante é que ele sempre conte com o apoio visual da escrita. O professor deve registrar todas as atividades e utilizar recursos diferenciados – como letras móveis ou cores diferentes para designar elementos distintos de uma frase, por exemplo. Fazer com que o aluno surdo sente-se nas carteiras da frente é outra medida essencial, assim como  atuar em conjunto com o Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Confira mais  informações sobre os desafios de ensinar a lingua portuguesa para alunos surdos na  Educação infantilFundamental I do 1º ao 5º ano e Fundamental II do 6º ao 9º ano.

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