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PRIMEIRA FESTA LITERÁRIA NA PRACINHA(FLIPRA)

Neste sábado , aconteceu na Pracinha da cidade de  Fátima, a Primeira Festa Literária  com as presenças dos professores Fabio José, Tiago Carvalho, Gledyson Santos, a professora Joany Cruz Ribeiro e a musa Lilian Tavares. Um dos grandes momentos dessa festa foi o recital de poemas de autoria própria de Henrique Rodrigues e Henrique Silva alunos da turma B.

Marcaram  presença, os estudantes do Colégio São José. Prof. Francisco De Assis Souza Morais, professora Tathiane Gusmão

Foi uma iniciativa do Professor Marcos José e alunos da rede estadual de ensino, promovendo cultura, música e cidadania em busca do incentivo direto a leitura.

Entenda a reforma do ensino médio

Mudança foi editada em medida provisória. Depois de 567 emendas ensino_medio_integralenviadas, Congresso aprovou novas regras mantendo todos os eixos do texto original.

reforma do ensino médio foi aprovada nesta quarta-feira (8) pelo Senado. O texto, que segue para sanção do presidente Michel Temer, foi inicialmente colocado em vigor como Medida Provisória (MP). O texto final manteve todos os eixos do texto original.

Abaixo, veja os principais pontos:

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O Dicionário Online – sinonimos-online.com apresenta Jogo Online de Traduções em Inglês, Espanhol e Alemão

Com muito prazer gostaria de apresentar o nosso novo Jogo de Traduções Online, onde todas as pessoas que estão interessadas em aprender um novo idioma estão convidadas em usa-la gratuitamente e aonde quiser.
Porque o jogo funciona em todas as telas, como celular, tablets e notebooks.
Melhore agora também seu vocabulário nas línguas de inglês, espanhol ou alemão, brincando em um jogo que foi baseado no famoso jogo do hangman.

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COLÉGIO ESTADUAL NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: DIGA NÃO A CORRUPÇÃO , ÉTICA COM SOLUÇÃO

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O Colégio Estadual Nossa Senhora de Fátima (CENSF) começou a discutir a temática do 7ª concurso de redação da CGU, nesta quarta-feira (06/05/2015). Incentivando o corpo 

11138601_402901733204460_6897661715884993356_ndocente e discente a pensar, dialogar e apresentar propostas diante os desafios de uma sociedade construída sobre pilares que desrespeitam e ignoram a existência das condutas éticas e morais. Enfatizando o principal problema político/social no Brasil hoje: a CORRUPÇÃO. Partindo do pressuposto, que todos, enquanto cidadãos íntegros e morais, devem combater atitudes antiéticas – ou até mesmo ilegais –, que costumam ser culturalmente aceitas e ter a gravidade ignorada ou minimizada. Neste sentido, a escola trouxe à tona o espírito de civilidade/brasilidade inerente em todos, através de simbólicos artifícios. A exemplo de poemas, músicas e a exposição do nome (ÉTICA) em destaque, para mostrar como eventualmente “pisamos” na mesma, o que deve ser evitado.

PORTUGUÊS NA HISTÓRIA

Português na História

Curiosamente, o português surgiu da mesma língua que originou a maioria dos idiomas europeus e asiáticos. Com as inúmeras migrações entre os continentes, a língua inicial existente acabou subdividida em cinco ramos: o helênico, de onde veio o idioma grego; o românico, que originou o português, o italiano, o francês e uma série de outras línguas denominadas latinas; o germânico, de onde surgiram o inglês e o alemão; e finalmente o céltico, que deu origem aos idiomas irlandês e gaélico. O ramo eslavo, que é o quinto, deu origem a outras diversas línguas atualmente faladas na Europa Oriental. O latim era a língua oficial do antigo Império Romano e possuía duas formas: o latim clássico, que era empregado pelas pessoas cultas e pela classe dominante (poetas, filósofos, senadores, etc.), e o latim vulgar, que era a língua utilizada pelas pessoas do povo. O português originou-se do latim vulgar, que foi introduzido na península Ibérica pelos conquistadores romanos. Damos o nome de neolatinas às línguas modernas que provêm do latim vulgar. No caso da Península Ibérica, podemos citar o catalão, o castelhano e o galego-português, do qual resultou a língua portuguesa.

O domínio cultural e político dos romanos na península Ibérica impôs sua língua, que, entretanto, mesclou-se com os substratos linguísticos lá existentes, dando origem a vários dialetos, genericamente chamados romanços (do latim romanice, que significa “falar à maneira dos romanos”). Esses dialetos foram, com o tempo, modificando-se, até constituírem novas línguas. Quando os germânicos, e posteriormente os árabes, invadiram a Península, a língua sofreu algumas modificações, porém o idioma falado pelos invasores nunca conseguiu se estabelecer totalmente. Somente no século XI, quando os cristãos expulsaram os árabes da península, o galego-português passou a ser falado e escrito na Lusitânia, onde também surgiram dialetos originados pelo contato do árabe com o latim. O galego-português, derivado do romanço, era um falar geograficamente limitado a toda a faixa ocidental da Península, correspondendo aos atuais territórios da Galiza e de Portugal. Em meados do século XIV, evidenciaram-se os falares do sul, notadamente da região de Lisboa. Assim, as diferenças entre o galego e o português começaram a se  acentuar. A consolidação de autonomia política, seguida da dilatação do império luso consagrou o português como língua oficial da nação. Enquanto isso, o galego se estabeleceu como uma língua variante do espanhol, que ainda é falada na Galícia,  situada na região norte da Espanha.

As grandes navegações, a partir do século XV d.C. ampliaram os domínios de Portugal e levaram a Língua Portuguesa às novas terras da África (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe), ilhas próximas da costa africana (Açores, Madeira), Ásia (Macau, Goa, Damão, Diu), Oceania (Timor) e América (Brasil).

A Evolução da Língua Portuguesa

Destacam-se alguns períodos:

 

1) Fase Proto-histórica: Compreende o período anterior ao século XII, com textos escritos em latim bárbaro (modalidade usada apenas em documentos, por esta razão também denominada de latim tabeliônico).

2) Fase do Português Arcaico

Do século XII ao século XVI, compreendendo dois períodos distintos:

a) do século XII ao XIV, com textos em galego-português;

b) do século XIV ao XVI, com a separação entre o galego e o português.

3) Fase do Português Moderno: Inicia-se a partir do século XVI, quando a língua se uniformiza, adquirindo as características do português atual. A literatura renascentista portuguesa, notadamente produzida por Camões, desempenhou papel fundamental nesse processo de uniformização. Em 1536, o padre Fernão de Oliveira publicou a primeira gramática de Língua Portuguesa, a “Grammatica de Lingoagem Portuguesa”. Seu estilo baseava-se no conceito clássico de gramática, entendida como “arte de falar e escrever corretamente”.

 

REFORMA ORTOGRÁFICA

Reforma Ortográfica

Não é de hoje que os integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa  (CPLP) pensam em unificar as ortografias do nosso idioma. Desde o início do século XX, busca-se estabelecer um modelo de ortografia que possa ser usado como referência nas publicações oficiais e no ensino. No quadro a seguir tem-se, resumidamente, as principais tentativas de unificação ortográfica já ocorridas entre os países lusófonos. No Brasil, note que já houve duas reformas ortográficas: em 1943 e 1971. Assim, um brasileiro com mais de 65 anos está prestes a passar pela terceira reforma. Em Portugal, a última reforma aconteceu em 1945.

Cronologia das Reformas Ortográficas na Língua Portuguesa

Cronologia das Reformas Ortográficas na Língua Portuguesa

Séc XVI até ao séc. XX – Em Portugal e no Brasil a escrita praticada era de caráter etimológico (procurava-se a raiz latina ou grega para escrever as palavras).

1907A Academia Brasileira de Letras começa a simplificar a escrita nas suas publicações.

1910 – Implantação da República em Portugal – foi nomeada uma Comissão para estabelecer uma ortografia simplificada e uniforme, para ser usada nas publicações oficiais e no ensino.

1911 – Primeira Reforma Ortográfica – tentativa de uniformizar e simplificar a escrita de algumas formas gráficas, mas que não foi extensiva ao Brasil.

1915 – A Academia Brasileira de Letras resolve harmonizar a ortografia com a portuguesa.

1919 – A Academia Brasileira de Letras revoga a sua resolução de 1915.

1924 – A Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras começam a procurar uma grafia comum.

1929 – A Academia Brasileira de Letras lança um novo sistema gráfico.

1931 – Foi aprovado o primeiro Acordo Ortográfico entre o Brasil e Portugal, que visava suprimir as diferenças, unificar e simplificar a língua portuguesa, contudo não foi posto em prática.

1938 – Foram sanadas as dúvidas quanto à acentuação de palavras.

1943 – Foi redigido, na primeira Convenção ortográfica entre Brasil e Portugal, o Formulário Ortográfico de 1943.

1945 – O acordo ortográfico tornou-se lei em Portugal, mas no Brasil não foi ratificado pelo Governo. Os brasileiros continuaram a regular-se pela ortografia anterior, do Vocabulário de 1943.

1971 – Foram promulgadas alterações no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal.

1973 – Foram promulgadas alterações em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.

1975 – A Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras elaboram novo projeto de acordo, que não foi aprovado oficialmente.

1986 – O presidente brasileiro José Sarney promoveu um encontro dos sete países de língua portuguesa – Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe – no Rio de Janeiro. Foi apresentado o Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

1990 – A Academia das Ciências de Lisboa convocou novo encontro juntando uma Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – as duas academias elaboram a base do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O documento entraria em vigor (de acordo com o 3º artigo do mesmo) no dia 1º de Janeiro de 1994, após depositados todos os instrumentos de ratificação de todos os Estados junto do Governo português.

1996 – O último acordo foi apenas ratificado por Portugal, Brasil e Cabo Verde.

2004 – Os ministros da Educação da CPLP reuniram-se em Fortaleza (Brasil), para propor a entrada em vigor do Acordo Ortográfico, mesmo sem a ratificação de todos os membros.

Nova Reforma Ortográfica –  Aspectos Positivos

O Novo Acordo Ortográfico, em vigor desde janeiro de 2009, gera polêmica entre gramáticos, escritores e professores de Língua Portuguesa. Segundo o Ministério de Educação, a medida deve facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre os países que falam Português e ampliar a divulgação do idioma e da literatura portuguesa. Dentre os aspectos positivos apontados pela nova reforma ortográfica, destacam-se ainda:

– redução dos custos de produção e adaptação de livros;

– facilitação na aprendizagem da língua pelos estrangeiros;

– simplificação de algumas regras ortográficas.

Nova Reforma Ortográfica –  Aspectos Negativos

– Todos que já possuem interiorizadas as normas gramaticais, terão de aprender as novas regras;

– Surgimento de dúvidas;

– Adaptação de documentos e publicações.

Período de Adaptação

Mesmo entrando em vigor em janeiro de 2009, os falantes do idioma terão até dezembro de 2012 para se adaptarem à nova escrita. Nesse período, as duas normas ortográficas poderão ser usadas e aceitas como corretas nos exames escolares, vestibulares, concursos públicos e demais meios escritos. Em Portugal, cerca de 1,6% das palavras serão alteradas. No Brasil, apenas 0,5%.

Atualização dos Livros Didáticos

De acordo com o MEC, a partir de 2010 os alunos de 1º a 5º ano do Ensino Fundamental receberão os livros dentro da nova norma – o que deve ocorrer com as turmas de 6º a 9º ano e de Ensino Médio, respectivamente, em 2011 e 2012.

Reforma na Escrita

Por fim, é importante destacar que a proposta do acordo é meramente ortográfica. Assim, restringe-se à língua escrita, não afetando aspectos da língua falada. Além disso, a reforma não eliminará todas as diferenças ortográficas existentes entre o português brasileiro e o europeu.

Veja as mudanças trazidas pelo Novo Acordo Ortográfico, em vigor desde janeiro de 2009.

Guia Prático da Nova Ortografia

Esteja atento às alterações previstas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A partir de 2009, as novas regras linguísticas entrarão em vigor oficialmente.

1 – ACENTO AGUDO

O acento agudo desaparecerá em três casos:

a) Nos ditongos (encontros de duas vogais proferidas em uma só sílaba) abertos ei e oi das palavras paroxítonas (aquelas cuja sílaba pronunciada com mais intensidade é a penúltima).

Exemplos:

idéia -> ideia

geléia -> geleia

bóia -> boia

jibóia -> jiboia

Mais exemplos: alcaloide, alcateia, apoio, assembleia, asteroide, celuloide, colmeia, Coreia, epopeia, estreia, heroico, joia, odisseia, onomatopeia, paranoia, plateia, proteico, etc.

Atenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam sendo acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus, chapéu, chapéus, anéis, dói, céu, ilhéu.

Exemplos:

papéis

chapéus

troféu

b) Nas palavras paroxítonas com i e u tônicos formando hiato (sequência de duas vogais que pertencem a sílabas diferentes), quando vierem após um ditongo. Veja:

baiúca -> baiuca
bocaiúva -> bocaiuva
feiúra -> feiura
cheiínho -> cheiinho
saiínha -> saiinha
Taoísmo -> Taoismo

Atenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece.
Exemplos: tuiuiú, Piauí.

c) Nas formas verbais que possuem o u tônico precedido das letras g ou q e seguido de e ou i. Esses casos ocorrem apenas nas formas verbais de arguir e redarguir. Observe:

argúis -> arguis
argúem -> arguem
redargúis -> redarguis
redargúem -> redarguem

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Emprego dos porquês

USAMOS: Por que -> normalmente usado no início de frases interrogativas. Pode ser substituído por pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais, por que (qual) motivo.
Exemplos:
Por que você não fez a lição? = (Por qual motivo você não fez a lição?)
Por que temos de economizar água? = (Por qual motivo temos de economizar água?)
Não sei por que os jogadores estão discutindo. = (Não sei por que motivo os jogadores…)
Este é o motivo por que não fui à excursão. = (Este é o motivo pelo qual não fui…)
Por quê -> no fim de frases.

Exemplos:

Você não fez a lição. Por quê?
Estava triste sem saber por quê.
Muitos reclamaram das notas, mas não havia por quê.
Você não gosta de jiló, por quê?
Porque -> em respostas, para explicação ou causa. Pode ser substituído por, pois.
Exemplos:
Ele não fez a lição porque não a entendeu.
A aula foi cancelada porque não havia luz na escola.
Muitas plantas morrem porque não chove.
Falo muito porque gosto.
Porquê -> Sempre que houver o artigo o antes dele. Pode ser substituído por motivo, razão.
Exemplos:
Não sei o porquê desta bagunça.
Você não me explicou o porquê da sua falta.
Ainda bem que você me explicou os porquês da sua demissão.
Aprender o uso dos porquês é muito importante.

ATIVIDADES
1) Complete as frases corretamente, utilizando os porquês.
a)____________ você não veio à aula hoje?

b) Eles não me disseram o ______________ das falhas.
c) Hoje eu cheguei atrasada _____________ fui ao médico.
d) Você chegou mais tarde ______________?
e) Você acordou cedo ________________?
f) Minha amiga está alegre _____________ tirou nota boa na prova.
g)__________ já vai embora?
h) Ainda não descobrimos o _____________ das faltas.

postado por sugestões-educativas.net em 25 de maio 2011

Regras ortográficas da Lingua Portuguesa

Desde o dia 01/01/2009 já estão em vigor às novas regras ortográficas da língua portuguesa. É fácil ver nos jornais, rádios e televisão notícias relacionada a este assunto, porém não é preciso se desesperar, temos até 2012 para se “habituar” com as novas regras. Até lá, as duas regras serão aceitas, uma boa notícia para quem presta concursos públicos e vestibulares. Somente em 2013 que a regra antiga será abolida.
O que muda?
Alfabeto

Nova Regra O alfabeto será formado por 26 letras  Como As letras “k”, “w” e “y” não são consideradas integrantes do alfabeto
Como será: Essas letras serão usadas em unidades de medida, nomes próprios, palavras estrangeiras e outras palavras em geral. Exemplos: km, kg, watt, playground, William, Kafka, kafkiano.

Trema
Nova regra
Não existirá mais o trema na língua portuguesa. Será mantido apenas em casos de nomes estrangeiros. Exemplo: Müller, mülleriano.
Como é
Agüentar, conseqüência, cinqüenta, freqüência, tranqüilo, lingüiça, bilíngüe.
Como será
Aguentar, consequência, cinquenta, frequência, tranquilo, linguiça, bilíngue.
Acentuação – ditongos “ei” e “oi”

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