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JOVENS DE ESCOLAS PÚBLICAS DESENVOLVEM PROJETO TECNOLOGICOS

A transformação proporcionada pela educação não é apenas uma promessa para o futuro, é uma realidade que muitos jovens baianos, alunos do Senai/Cimatec, já alcançaram. Esta oportunidade de crescimento do indivíduo, especialmente no campo profissional, é o tema da semana deste vídeo que faz parte de uma série especial, produzida pela Secretaria de Comunicação Social do Governo da Bahia (Secom), sobre histórias e personagens que mostram o poder da transformação pela educação.As imagens e os depoimentos se completam, compondo o vídeo ‘Jovens de escolas públicas desenvolvendo projetos de ponta’. São baianos como Joabe de Menezes, que está se qualificando com o Programa de Aprendizado Jovem (Proaj) e não tem mais uma preocupação recorrente à maioria dos jovens: “será que conseguirei ingressar no mercado de trabalho?”. Joabe declara: “Já estou há seis meses em uma empresa que foi o Senai que me indicou. Pela manhã é o estágio e pela tarde venho para cá”.

Educando e transformando

Professor do curso de Desenvolvimento de Software do Senai/Cimatec, Gelton da Cruz explica que o objetivo do Proaj é qualificar jovens e adultos na área de Tecnologia da Informação. “É a possibilidade de transformação, de você ver uma pedra bruta e o programa vir lapidando. Na conclusão de um ciclo de turma, você vê uma joia preciosa com capacidade e habilidade para desenvolver coisas que talvez nem ela tivesse expectativa de que pudesse fazer”.A aluna Victória Regina diz que buscar, alcançar e colocar o conhecimento em prática tem um gostinho especial. “Um dia vai poder olhar para trás e dizer ‘puxa, eu estudava bastante e ficava cansada’, mas hoje em dia eu vejo o retorno do esforço nos meus estudos”. Outra aluna, Tainá dos Santos, já se sente preparada para enfrentar novos desafios: “O Proaj deu um suporte técnico de como encarar a realidade no mercado de trabalho e seguir em frente como um bom profissional”.
Secom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

HISTÓRIA DA INTERNET

História da Internet

dicionario-destaqueA internet já faz parte do cotidiano da maioria das pessoas, seja para trabalho, pesquisa, entretenimento ou comunicação. Não dá para imaginar a vida sem ela, não é mesmo?Mas nem sempre foi assim… Até chegar ao ponto em que está hoje, muitos cérebros brilhantes tiveram batalhar para colocar suas ideias em prática, mostrando que a ficção pode se transformar em realidade – a realidade virtual! Vamos conhecer um pouco dessa história…

Década de 60:

1966: Tudo começou pelo trabalho conjunto entre quatro universidades norte-americanas que faziam pesquisas para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Para obter eficiencia no trabalho e também economizar dinheiro no processo de comunicação seria melhor que tivessem seus computadores interligados e um dos pesquisadores consegue verba para realizar esse projeto de interligação. Foi aberta concorrência para empresas especializadas desenvolver o projeto, mas poucos acreditavam nessa possibilidade.

1969: em 1° de maio de 1969, a BBN – Bolt, Beranek and Newman, empresa que ganhou a concorrência, envia o primeiro equipamento da rede para a Universidade da Califórnia em Los Angeles. Essa universidade passa a ser o primeiro ponto de conexão de uma rede (chamdo de nó). O grupo passa a chamar-se Arpanet e mais tarde Internet.

Década de 70

1971: Arpanet já tem 15 conexões em diversos centros de pesquisa, incluindo a Agência Nacional de Administração Espacial (NASA), nos EUA.

1973: as conexões saem dos limites dos Estados Unidos e alcança a Europa, assim neste ano a University College de Londres e Royal Radar Establishment, na Noruega, já estão conectadas nessa rede.

1979: surge a primeira rede para grupos de discussão, que na verdade era uma mistura de canal de conversa em tempo real com RPG (Role Playing Game).

Década de 80

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IMAGENS QUE CONTAM A HISTÓRIA DO TELEFONE

O TELEFONE, essa maravilhosa invenção que tanto auxílio presta ao homem e que trouxe ao mundo uma grande parcela de progresso, surgiu do espírito laborioso e pertinaz de Alexandre Graham Bell, nascido na Escócia, no ano de 1847.Antes de Graham Bell, porém, alguns estudiosos já se haviam dedicado às pesquisas de várias forças que haveriam de resultar, mais tarde ou mais cedo, na invenção desse maravilhoso aparelho.Em 1837, um americano, Charley Page, chegou à convicção de que as ondas elétricas podiam transmitir o som; alguns anos depois, um francês, Charles Boseul, afirmava que as palavras podiam ser levadas pela eletricidade; finalmente, em 1860, um alemão, João Felipe Reis, chegou mesmo a construir o telefone tosco.Alexandre Graham Bell é considerado, entretanto, o verdadeiro inventor do telefone. Menino ainda, em sua cidade natal, Bell sempre mostrou grande aplicação para os estudos. Depois de moço, passou-se para a Alemanha, onde na Universidade de Wurzburgo, tomou o grau de doutor.Passou depois para o Canadá, alcançou em seguida os Estados Unidos , onde se naturalizou norte-americano.Passou a residir em Boston, como professor de surdos-mudos, trabalho este para o qual contava grande experiência, visto por muitos anos ter colaborado com seu pai, Melvill Bell, inventor, por sua vez, de uma lin-guagem manual para os surdos.Durante esses trabalhos, Bell não só assistia como também realizava experiências notáveis sobre a posição dos órgãos vocais na formação dos sons e sobre as quali dades musicais dos sons das vogais.Experimentou, então, descobrir um meio que lhe permitisse a produção elétrica da música. Tentando estudar a transmissão da música elétrica por um fio telegráfico, Bell sentiu-se compelido a estudar mais atentamente a telegrafia elétrica e a proceder a várias experiências quo culminaram com a invenção do telefone.Após numerosos ensaios e tentativas, conseguiu, por fim, Graham Bell encontrar a forma definitiva do telefone, exatamente como ele é ainda empregado: as ondas sonoras, partindo da nossa boca, batem num disco, situado no bocal do telefone.Esse disco acha-se ligado a fios metálicos, por onde passa uma corrente elétrica. As ondas sonoras são transmitidas instantâneamente a um outro disco, situado a quilômetros de distância. Aí, este último vibra como o primeiro, repetindo as palavras pronunciadas.

O telefone foi inventado em que ano?O novo invento foi apresentado na Exposição de Filadélfia, em 1876, onde causou grande sucesso.A invenção do telefone causou, como era de se esperar, entusiasmo mundial e logo o nome de seu inventor conquistou grande celebridade. Em 1880, recebia Bell o Prêmio Volta, concedido pela Academia de Ciências de Paris.

A lexandre Graham Bell faleceu no ano de 1922, com a Idade de setenta e cinco anos.

O telefone, esse aparelho que nos habituamos a usar todas as vezes que desejamos conversar com pessoas que encontram distantes, seja para resolver um negócio importante, seja para um cumprimento ou apenas uma simples comunicação, representa o sonho de milhares e milhares de seres humanos durante séculos e séculos.Representa a história da sua invenção as inúmeras tentativas feitas pelo homem para por em contacto pessoas separadas por grandes distâncias, como diz o seu próprio nome, em sua etimologia grega: teles — distância o phonos — som.D. Pedro II, quando da sua visita aos Estados Unidos da América do Norte, em 1876, visitando a Exposição de Filadélfia, após experimentar o aparelho de Graham Bell,disse, entre comovido e maravilhado: “Meus Deus, isto Fala!”O fato teve larga publicidade e o apoio de D. Pedro II ao inventor, acabou por animar aos mais céticos. Numa comunicação feita à Real Sociedade de Londres, Bell fez saber que lâminas de ouro, prata, borracha e madeira e um grande número de outras substâncias emitem um som distinto, quando feridas por vibrações luminosas intermitentes.Segundo os italianos, foi Antonio Meucci, nascido em Florença, o inventor do telefone. Meucci emigrou, em 1885 para a América, indo trabalhar em Havana como mecânico.

Ali, empregando um megafone para dar ordens aos seus maquinistas, teve a idéia de transmitir a palavra através de corrente elétrica.

Indo para Nova York, recomeçou seus estudos sobre o problema e acabou por construir um telefone muito rudimentar, composto de um magneto, um carretel e um diafragma, encerrados numa caixa de madeira.
Faltavam-lhe, entretanto, os recursos para continuar. Assim mesmo, em setembro de 1871, solicitou registro de patente de invenção, ilustrando a petição com gráficos. Passaram-se, no entanto, cinco anos, sem que Meucci adquirisse meios para liquidar o caso.Em fevereiro de 1876, surgiram dois pedidos de patentes de invenção do telefone: um, apresentado por Graham Bell e outro, por Elisha Gray, americano. Ambos os pedidos foram registrados.Meucci, não se conformando, apelou para os tribunais e a demanda prolongou-se indefinidamente, enquanto Bell, nesse meio tempo, fundava, com enormes capitais, a “Bell Company”, que se tomou, em pouco tempo, a mais gigantesca emprêsa comercial dos Estados Unidos.

A gente montou uma lista pra contar pra vocês o que aconteceu com o telefone nos últimos 138 anos.

1. A primeira ligação (1876)

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Em 10 de março de 1876, Alexander Graham Bell faz a primeira ligação telefônica e diz: “Sr. Watson, venha aqui! Eu quero vê-lo!”.

2. Alô, telefonista (1900)

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VISITA A RÁDIO NAÇÃO FM COM A TURMA DO 8º ANO E

Durante a I Unidade na disciplina de Mídias e Novas Tecnologias do Professor Batista Oliveira da ESCOLA MUNICIPAL FLORIANO PEIXOTO, foram desenvolvidos várias assuntos , um deles foi a história do Rádio e a sua importância e a função de um radialista, na oportunidade realizamos uma visita a RÁDIO NAÇÃO FM da cidade de Fátima , a visita foi realizada no mês de abril , e na oportunidade alguns alunos conversou com o locutor Sabiá..CONFIRA O VÍDEO

AULAS DE MÍDIAS E NOVAS TECNOLOGIAS, AS TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS NA ERA DO RÁDIO

Durante a primeira unidade da disciplina de Mídia e novas tecnologias, um dos assuntos trabalhado com as turmas do 8º A,B e E foi a história do rádio, onde foram discutido em sala de aula toda uma trajetória das transformações que ocorrem nos aparelhos de rádio ,nas mídias utilizadas para transmissão do programa, e por último visitamos a Rádio Nação FM e gravamos um vídeo com o locutor Carlos Cesar Andrade.

História do Rádio (Resumo)

A história do rádio

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O QUE FAZER QUANDO SEU FILHO NÃO GOSTA DE UMA MATÉRIA

Quando a criança vai mal em uma matéria, pais e escolas devem se reunir para analisar os motivos e encontrar soluções. É possível fazer com que seu filho passe a gostar de determinadas matérias. Atividades lúdicas e exemplo dos pais aproximam os pequenos dos conteúdos. Seu filho torce o nariz para Matemática? Diz que não vê nenhuma graça em História? Não suporta Ciências? Quando a criança mostra dificuldades ou resistências com uma ou mais matérias, prejudicando o seu rendimento escolar, a primeira ideia que pode passar pela cabeça dos pais é que é necessário procurar ajuda de um professor particular ou do reforço escolar. Porém, antes de recorrer a essa solução, primeiro é necessário investigar os motivos da dificuldade do aluno.

A raiz do problema pode estar nas mais diversas causas, desde a dificuldade de compreensão do conteúdo, passando por falta de disciplina para estudar e até mesmo por problemas de relacionamento com o professor. “Pais e escola devem ter sempre o olhar atento para perceber quando o aluno apresenta problema com uma matéria. Quando isso acontece, é necessário que ambas as partes se reúnam para analisar causas e possíveis soluções”, afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. Ela acrescenta que não se pode deixar de ter uma boa conversa com a criança, para entender seus motivos. Esse diálogo não será o momento de cobrar da criança bons resultados, mas sim de procurar oferecer ajuda para superar o problema. “O papel do professor também é muito importante e por vezes é necessário dedicar uma atenção individual maior ao aluno quando ele apresenta baixo rendimento”, explica Valéria.

Além disso, há a questão das aptidões: desde cedo dá para notar as preferências e a vocação das crianças para determinadas disciplinas. “Ter preferências é normal em qualquer dimensão nossa vida: temos uma cor preferida, um livro, um amigo. E isso é comum nos estudos também, onde os alunos mostram suas preferências e habilidades em determinadas áreas. Mas cabe aos adultos aproximá-los de todas as áreas para que eles tenham um amplo repertório de conhecimentos. Muitas vezes o estímulo pode até fazer com que eles passem a gostar da área que diziam não gostar”, afirma.Seja qual for o motivo de o seu filho não gostar de uma matéria, o importante é mostrar para a criança que ela está em uma fase em que precisa se desenvolver em todas as áreas para que tenha uma base sólida de conhecimentos. Segundo Valéria Galego, despertar o interesse das crianças por cada uma das disciplinas ensinadas na escola pode ser mais simples do que se pensa. “Há muita coisa em nosso cotidiano que pode aproximar as crianças dos estudos. Nem precisamos sair de casa para encontrar pistas de biologia, da física, da matemática. O que precisamos é mudar o foco do olhar”, diz Valéria. Uma simples chuva que cai pode ser um objeto de estudo de ciências. “Da mesma forma, ao montar a mesa para o jantar podemos falar sobre as influências da cultura no modo como nos alimentamos ou podemos entrar nas questões matemáticas do tempo e das quantidades utilizadas para o preparo”, explica ela.Há também uma série de atividades que podem despertar o gosto por disciplinas diversas, conforme ressalta Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix: “Os pais também podem levar os filhos a museus, a teatros, ao cinema, para que garantam uma maior percepção da realidade e do mundo. Também podem ler livros, ouvir música. Com essas atividades a criança vai despertar sua criatividade e vivência em várias áreas de estudo”.

Para romper as resistências que os filhos possam ter com uma matéria, outro ponto crucial é que os pais não deem o mau exemplo. “Quase sempre escuto pais dizendo ‘meu filho não gosta de Matemática, eu não gostava, minha esposa muito menos’. Quando os pais mudam o discurso, tudo fica mais simples e claro para os filhos”, diz Valéria Galego. Segundo ela, é preciso direcionar o olhar das crianças para o que está acontecendo a sua volta. “Dessa forma elas vão descobrir que além dos muros da escola também se aprende”, afirma a orientadora.

1. O que fazer quando seu filho não gosta de Matemática

Para gostar de qualquer disciplina, inclusive da Matemática, considerada assustadora para muita gente, é preciso entender a sua utilidade e a sua lógica. Quando uma matéria é imposta como algo que demanda apenas decorar um sem número de fórmulas e cálculos sem sentido, não é possível aprender com prazer. Segundo Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix, em São Paulo, os pais podem estimular a criança a gostar da Matemática, fazendo-a perceber onde ela está presente em seu dia a dia em atividades bem simples. Podem, por exemplo, ensinar os conceitos de fração ao pedir que o filho corte 1/4 do pedaço do bolo ou ajudem a conferir se o caixa da loja entregou o troco correto. “Eles também podem fazer com que os filhos participem do orçamento familiar. Por exemplo, podem mostrar aos filhos quanto se gasta no mercado ou com atividades de lazer. Ao dar a mesada ao filho, podem falar que ele poderia guardar 10% e ajudar a criança a fazer o cálculo”, diz ela.

2. O que fazer quando seu filho não gosta de Língua Portuguesa

Uma arma muito importante para gostar da Língua Portuguesa é a leitura, conforme pontua afirma Valéria Galego, orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento. “A leitura aproxima todos nós da língua de forma prazerosa. Se seu filho resiste a ler, leia para ele. Deixe que a leitura faça parte da sua rotina diária. Ou ainda, escolha um dia e um horário para que todos em sua casa parem o que estão fazendo para ler, assim como param para assistir um programa de TV”, orienta ela. Mas atenção: leitura não deve ser imposição, deve ser um prazer. Como diz a escritora Adélia Prado, “livros devem ser oferecidos como uma caixa de bombons”. Por isso, deixe que ele escolha seus “sabores preferidos”. Um passeio à livraria ou à biblioteca de sua cidade pode abrir a ele um leque de oportunidades de leitura. Já para estimular a escrever bem, que tal ajudar seu filho a montar um blog na internet? Ele pode escolher o assunto que quiser e exercitar escrever textos e fazer argumentações sobre o tema eleito.

3. O que fazer quando seu filho não gosta de Idiomas estrangeiros

Saber se comunicar em um idioma estrangeiro como inglês ou espanhol é muito importante não só para o futuro profissional como também em atividades do dia a dia das crianças. “Os pais podem ajudar o filho a perceber a utilidade e o prazer de aprender um idioma estrangeiro mostrando as situações em que ele se depara com esses idiomas”, afirma Eugênia Castro, coordenadora pedagógica no colégio Madre Alix. Mostre para seus filhos cartazes, propagandas, rótulos de produtos com palavras ou expressões em inglês ou espanhol. Pesquise com ele na internet em quantos países no mundo se fala inglês ou espanhol e a influência desses idiomas em nossas vidas. Você também pode fazer atividades divertidas para exercitar o estudo dos idiomas, como assistir a filmes e ouvir músicas. Escolha um artista ou banda que seu filho goste, pesquise com ele a letra da música. Cante junto para exercitar a pronúncia e procure fazer a tradução para entender a letra. Ele gosta de vídeo games e jogos de computador? Eis outra grande oportunidade para que ele exerça o domínio do idioma inglês, já que muitos desses passatempos demandam conhecer expressões estrangeiras.

4. O que fazer quando seu filho não gosta de História

Para estimular o gosto pela História, a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego sugere que os pais comecem por analisar junto com o filho sua própria história e a de sua família. “Mostre fotos antigas, conte histórias da família, mostra a importância de objetos que pertenceram a seus antepassados. Comece a resgatar a história que está próxima de seu filho. Deixe que ele conheça episódios da infância dos pais ou dos avós”, orienta ela. Depois disso, vocês podem explorar juntos a História que está além da sua casa e da sua família. Isso pode ser feito fazendo visitas a lugares históricos da cidade onde você mora. Também vale programar visitas a museus e assistir filmes baseados em histórias reais.

5. O que fazer quando seu filho não gosta de Geografia

O estudo e a importância da Geografia vão muito além de decorar nomes de países e suas capitais. A geografia está presente quando percebemos as diferenças de vegetação em diferentes paisagens, como na cidade ou na praia. Está quando observamos as características diferentes entre as áreas mais ricas e mais pobres de uma cidade. Quando a família vai viajar, por exemplo, os pais podem mostrar ao filho um mapa do local, indicar a ele a localização da cidade em relação a sua casa, sua posição dentro do país. “Podem também refletir juntos sobre a economia local, como vivem os habitantes, qual o tipo de relevo, etc”, diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego.

6. O que fazer quando seu filho não gosta de Ciências

Assim como as demais disciplinas, as Ciências também englobam uma série de conhecimentos essenciais para nosso dia a dia. É por meio do estudo dela que podemos entender como e porque a chuva cai. Da mesma forma, se não estudássemos Ciências não poderíamos entender a maneira correta de nos alimentar ou a importância de proteger e preservar o meio ambiente.
Para estimular o filho no estudo de Ciências os pais devem aguçar a curiosidade que já é natural entre as crianças sobre os fenômenos que acontecem a sua volta. “Por que às vezes chove granizo?”, “Para onde vai o Sol depois que ele se põe”?, “Por que alguns animais nascem de ovos e outros da barriga da mãe?”. “O estudo das Ciências é muito envolvente e vai bem além das lições de casa”, diz a orientadora educacional do Colégio Hugo Sarmento, Valéria Galego. http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/filho-nao-gosta-materia-783066.shtmlutm_source=redesabril_educar&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_educar

FÁTIMA: PROFESSOR BATISTA OLIVEIRA PROMOVEU PALESTRA SOBRE INTERNET COM ALEX

No decorrer da III  Unidade, o professor Batista Oliveira da disciplina Mídias e NovasTecnologias  dentre os seus conteúdos para a unidade foi à internet. Pensando nisso, foi abordado algo sobre a história da internet no modo geral, o desenvolvimento que ocorreu durante a sua existência e abordamos a  chegada da internet na nossa cidade. Foram abordados alguns avanços como o comércio, publicidades, novos sites, celulares, dentre outras facilidades. Após o fechamento destas informações, surgiu a ideia de convidar alguém para conversar com os alunos a respeito do conteúdo. Aqui na cidade de Fátima mora um empreendedor de internet, Alex, ele que está sempre à disposição para contribuir com suas idéias. No dia 16, 18 e 19 de agosto ele esteve presente nas turmas da 7ª A, B, C e D, 8ª A, B, C e D,  apresentando alguns projetos, compartilhando com os jovens alguns conhecimentos sobre internet e outros meios tecnológicos, onde durante as conversas os alunos aproveitaram a oportunidade e  perguntaram algo  sobre  o país em que ele nasceu a Áustria. Acredito que foi proveitoso, já que os alunos ficaram  bem satisfeitos com o que ouviram e aprenderam durante a palestra do ALEX.

TECNOLOGIA: COMO USAR AS REDES SOCIAIS A FAVOR DA APRENDIZAGEM

Conheça a melhor forma de se relacionar com a turma nas redes sociais e saiba como o Facebook, ou o Twitter podem ser aliados do processo de aprendizagem

capa-ne280-tecnologia-aplicativos-ferramentas-marco-2015Você sabe quantos de seus alunos possuem perfis no Orkut, no Facebook ou no Google +? Já experimentou fazer uso dessas redes sociais para disponibilizar materiais de apoio ou promover discussões online?Cada vez mais cedo, as redes sociais passam a fazer parte do cotidiano dos alunos e essa é uma realidade imutável. Mais do que entreter, as redes podem se tornar ferramentas de interação valiosas para auxiliar no seu trabalho em sala de aula, desde que bem utilizadas. “O contato com os estudantes na internet ajuda o professor a conhecê-los melhor”, afirma Betina von Staa, pesquisadora da divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática. “Quando o professor sabe quais são os interesses dos jovens para os quais dá aulas, ele prepara aulas mais focadas e interessantes, que facilitam a aprendizagem”, diz.Se você optou por se relacionar com os alunos nas redes, já deve ter esbarrado em uma questão delicada: qual o limite da interação? O professor deve ou não criar um perfil profissional para se comunicar com os alunos? “Essa separação não existe no mundo real, o professor não deixa de ser professor fora de sala, por isso, não faz sentido ele ter dois perfis (um profissional e outro pessoal)”, afirma Betina. “Os alunos querem ver os professores como eles são nas redes sociais”.Mas, é evidente que em uma rede social o professor não pode agir como se estivesse em um grupo de amigos íntimos. “O que não se pode perder de vista é o fato de que, nas redes sociais, o professor está se expondo para o mundo”, afirma Maiko Spiess, sociólogo e pesquisador do Grupo de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Ele tem que se dar conta de que está em um espaço público frequentado por seus alunos”. Por isso, no mundo virtual, os professores precisam continuar dando bons exemplos e devem se policiar para não comprometerem suas imagens perante os alunos. Os cuidados são de naturezas diversas, desde não cometer erros de ortografia até não colocar fotos comprometedoras nos álbuns. “O mais importante é fazer com que os professores se lembrem de que não existe tecnologia impermeável, mas comportamentos adequados nas redes”, destaca Betina von Staa.

A seguir, listamos cinco formas de usar as redes sociais como aliada da aprendizagem e alguns cuidados a serem tomados:

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